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Crítica A Bela e a Fera (2017)

Belas músicas … mas uma execução não tão bela.

SEM SPOILERS!

A Bela e a Fera é o remake live-action de uma das animações mais clássicas da Disney. Já tivemos alguns destes tipos de remake, como 101 Dálmatas (1996), Alice no País das Maravilhas (2010), Malévola (2014), Cinderella (2015) e Mogli: O Menino Lobo (2016). Eu sempre vejo esses filmes com maus olhos pois eles nunca são remakes fiéis. E como todos já devem saber, fidelidade ao material original é tudo pra mim!

Bonjour!

Duvido muito que alguém não conheça o filme clássico da Disney de cabo a rabo, mas aqui vai um pequeno resumo: Bela (Emma Watson) vive em um pequeno vilarejo na França com seu pai, Maurice (Kevin Kline). Após seu pai se perder em uma viagem, Bela vai atrás dele somente para descobrir que ele está aprisionado em um castelo amaldiçoado.

O rei deste castelo é conhecido como a Fera (Dan Stevens). O castelo também conta com diversos outros personagens que foram amaldiçoados e vivem como itens vivos. Alguns deste personagens são Lumière (Ewan McGregor), Cogsworth (Ian McKellen), Mrs. Potts (Emma Thompson), Madame Garderobes (Audra McDonald) e Maestro Cadenza (Stanley Tucci).

Como vocês podem perceber, esse filme conta com um elenco de primeira linha.

Bela troca sua liberdade pela de seu pai e fica como prisioneira no castelo. O resto do conto mostra sua estadia no castelo e a descoberta de por que todos lá foram amaldiçoados.

Someone turn me back into a clock please!

O remake não é ruim, mas poderia ter sido mais fiel ao clássico. O filme teve muita repercussão devido ao personagem LeFou (Josh Gad) ser gay. Eu fiquei surpreso, pois achei que a Disney tentaria encobrir o personagem. Mas deram um bom espaço pra ele e valeu a pena! A paixão platônica dele pelo Gaston (Luke Evans) faz dele um dos melhores personagens do filme.

E o nosso veredito é …

NOTA: 7/10

O ápice desse filme são as musicas, sem sombra de duvidas. Afinal sentimentos são como uma canção. No geral um bom filme, mas ele não se compara ao desenho clássico, que é até hoje um dos meus favoritos da Disney.

Sabe aquele cara que no grupo de amigos sempre reclama e é escrotamente sarcástico? Então, como diria o Roberto Carlos, esse cara sou eu, e por alguma razão inexplicável as pessoas gostam de mim. Mas os seres humanos nunca fizeram sentido pra mim, então como diria o outro Roberto Carlos, bola pra frente.
Published inCINEMAMÚSICANOSTALGIA